
NUT BRUNA DERZETE
Nutricionista especialista em emagrecimento e tratamento de DCNT - Graduada pela PUCRS e Pós graduada pelo Hospital Moinhos de Vento.
Cortisol alto pode estar impedindo você de emagrecer e afetando sua saúde sem você perceber
O Cortisol é conhecido como o hormônio do estresse, sendo produzido pelas glândulas adrenais em resposta a situações que exigem adaptação do organismo. Ele tem um papel essencial para a nossa sobrevivência, ajudando no controle da pressão arterial, na regulação do metabolismo e na resposta inflamatória. No entanto, quando se mantém elevado de forma crônica, pode trazer impactos importantes para a saúde.
Diversos estudos mostram que níveis elevados de cortisol ao longo do tempo estão associados ao aumento de gordura abdominal, dificuldade no emagrecimento, alterações no sono e maior risco de resistência insulínica. Isso acontece porque o corpo entra em um estado de alerta constante, favorecendo o armazenamento de energia na forma de gordura, principalmente na região do abdômen.
Além disso, o cortisol alto pode influenciar diretamente o comportamento alimentar. Muitas pessoas passam a ter mais vontade por alimentos ricos em açúcar e gordura, o que contribui ainda mais para o ganho de peso e para o ciclo de inflamação no organismo. A literatura científica também aponta que o estresse crônico pode afetar negativamente a microbiota intestinal, impactando a digestão e a absorção de nutrientes.
Outro ponto importante é a relação entre cortisol e sono. Dormir mal ou ter um sono de baixa qualidade aumenta ainda mais os níveis desse hormônio, criando um ciclo difícil de quebrar. Por isso, estratégias que envolvem não apenas a alimentação, mas também hábitos de vida, como rotina de sono e manejo do estresse, são fundamentais para o equilíbrio do organismo.
A boa notícia é que a alimentação tem um papel essencial na modulação do cortisol. Uma dieta equilibrada, rica em nutrientes anti inflamatórios, com adequada distribuição de macronutrientes e ajustada à rotina do paciente pode ajudar a reduzir os impactos do estresse no corpo e melhorar significativamente a saúde metabólica.
Se você sente dificuldade para emagrecer, vive cansado ou percebe que o estresse tem afetado sua saúde, é fundamental buscar um acompanhamento individualizado. Agende sua consulta para uma dieta personalizada na Clínica LYB e comece a cuidar da sua saúde de forma estratégica.
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Data: 06/04/2026
Emagreci, mas fiquei com flacidez. O colágeno ajuda mesmo?
Muitas pessoas que passam por um processo de emagrecimento ficam muito felizes com a perda de peso, mas acabam percebendo outra mudança no corpo: a flacidez da pele. Isso acontece porque a pele precisa se adaptar ao novo volume corporal. Quando o emagrecimento é maior ou acontece de forma mais rápida, a pele pode demorar mais para se ajustar.
Um dos fatores que influencia nisso é o colágeno. O colágeno é uma proteína muito importante para a estrutura da pele, sendo responsável por boa parte da firmeza e da sustentação. Com o passar dos anos, o nosso corpo produz menos colágeno naturalmente. Em processos de grande perda de peso, essa redução pode ficar ainda mais evidente.
Por isso, muitas pessoas procuram a suplementação de colágeno para ajudar na firmeza da pele após o emagrecimento. Estudos mostram que o consumo de peptídeos de colágeno hidrolisado pode trazer benefícios para a saúde da pele, ajudando na elasticidade e na hidratação. Uma pesquisa publicada na revista científica Skin Pharmacology and Physiology observou melhora na elasticidade da pele após oito semanas de suplementação com colágeno em comparação com pessoas que não utilizaram.
Outra revisão científica publicada no Journal of Drugs in Dermatology analisou diferentes estudos e concluiu que a suplementação de colágeno pode contribuir para a saúde da pele, principalmente quando associada a nutrientes importantes para sua produção, como vitamina C e zinco.
Mas é importante entender um ponto essencial. O colágeno sozinho não faz milagres. A melhora da flacidez depende de vários fatores, como uma alimentação equilibrada, ingestão adequada de proteínas, prática de exercícios físicos, especialmente musculação, hidratação e cuidados com a saúde da pele.
Ou seja, o colágeno pode sim ser um aliado após o emagrecimento, mas ele funciona melhor quando faz parte de um conjunto de hábitos saudáveis.
Se você está em processo de emagrecimento ou deseja melhorar a saúde da sua pele de forma estratégica e individualizada, agende sua consulta na Clínica LYB com a nutricionista Bruna Derzette e receba um plano alimentar pensado especialmente para suas necessidades.
Referências
Proksch E, Schunck M, Zague V, Segger D, Degwert J, Oesser S. Oral intake of specific bioactive collagen peptides reduces skin wrinkles and increases dermal matrix synthesis. Skin Pharmacology and Physiology, 2014.
Data: 17/03/2026
Mounjaro causa perda de massa magra? Entenda o que a ciência realmente mostra
Hoje vamos abordar um assunto muito discutido e que gera muitas dúvidas no dia a dia. O uso do Mounjaro e a preocupação com a perda de massa magra durante o emagrecimento.
O Mounjaro tem sido cada vez mais utilizado no tratamento da obesidade e do diabetes, com resultados importantes na redução de peso. No entanto, muitas pessoas se preocupam se o uso da medicação pode levar à perda de massa muscular, e essa é uma dúvida válida.
A ciência mostra que toda perda de peso rápida, independentemente do método, pode levar à perda de massa magra se não houver acompanhamento adequado. Isso não é exclusivo do Mounjaro. Dietas muito restritivas, jejum prolongado ou emagrecimento sem orientação também apresentam esse risco.
Os estudos indicam que o uso do Mounjaro pode sim levar a alguma perda de massa magra, principalmente quando não há ingestão adequada de proteínas, ausência de treino de força e falta de um plano alimentar estruturado. Porém, quando associado a uma alimentação equilibrada, rica em proteínas e com estímulo muscular, a preservação da massa magra é totalmente possível.
Ensaios clínicos publicados no The New England Journal of Medicine mostraram que a maior parte do peso perdido com o uso de agonistas de GLP-1, como o Mounjaro, vem da gordura corporal. A proporção de perda de massa magra é semelhante à observada em outros métodos de emagrecimento quando não há estratégia nutricional adequada. Uma análise publicada no Obesity Reviews reforça que a ingestão proteica adequada e o exercício resistido são fatores-chave para minimizar a perda muscular durante o tratamento medicamentoso da obesidade. Outro estudo no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism destaca que o acompanhamento nutricional é essencial para preservar massa magra em pacientes que utilizam medicamentos para perda de peso.
Ou seja, o problema não é a medicação em si, mas sim como o emagrecimento é conduzido. O Mounjaro não substitui a alimentação. Ele é uma ferramenta, e como toda ferramenta, precisa ser bem utilizada.
Com acompanhamento nutricional adequado, foco em comida de verdade, ingestão proteica suficiente e estímulo muscular, é possível emagrecer com saúde, preservar massa magra e melhorar a composição corporal.
Se você precisa emagrecer, usa ou pensa em usar medicação e quer fazer isso de forma segura, com comida de verdade e um plano personalizado para a sua rotina, basta nos chamar e agendar uma consulta. Emagrecer bem é possível quando o processo é conduzido da forma correta.
Referências:
Jastreboff AM et al. 2022 The New England Journal of Medicine
Heymsfield SB et al. 2021 Obesity Reviews
Cava E et al. 2023 Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism
Data: 12/02/2026
Refrigerante zero NÃO é vilão e pode ajudar no emagrecimento
Hoje vamos abordar um assunto polêmico e que gera muitas dúvidas no dia a dia. O refrigerante zero. Muitas pessoas acreditam que ele deve ser totalmente cortado da dieta, mas a ciência mostra que não é bem assim.
O refrigerante zero pode sim ser um aliado no processo de emagrecimento quando usado com equilíbrio. Por não conter açúcar nem calorias, ele ajuda a reduzir a ingestão calórica total, principalmente quando substitui refrigerantes comuns e outras bebidas adoçadas. Para muitas pessoas, funciona como uma estratégia de transição alimentar, diminuindo a vontade por doces e facilitando a adesão ao plano alimentar sem a necessidade de cortes radicais.
Os estudos mostram que o uso consciente de adoçantes não calóricos não prejudica o emagrecimento e pode favorecer a perda de peso quando comparado ao consumo de açúcar. O ponto principal é entender que o refrigerante zero não deve substituir a água no dia a dia, mas pode fazer parte de uma alimentação equilibrada. Uma revisão sistemática publicada no periódico Appetite avaliou estudos clínicos que compararam o consumo de adoçantes sem caloria com o açúcar. Os autores observaram redução da ingestão calórica e associação com perda de peso quando os adoçantes substituíram o açúcar. Outro estudo publicado no International Journal of Obesity mostrou que pessoas que consumiram bebidas adoçadas sem caloria no lugar das versões açucaradas apresentaram melhor controle do peso corporal e não tiveram aumento do apetite. Uma revisão no Current Obesity Reports concluiu que os adoçantes não calóricos podem ser ferramentas úteis no manejo da obesidade, principalmente por ajudarem a reduzir o consumo de açúcar e melhorar a adesão ao plano alimentar. A Academy of Nutrition and Dietetics também reconhece que o uso de adoçantes pode ser seguro e eficaz dentro de um padrão alimentar saudável, quando consumidos dentro das quantidades recomendadas.
Você pode consumir em torno de uma a duas latas de refrigerante zero por dia sem problemas dentro de uma alimentação equilibrada. Ainda assim, é fundamental reforçar que a hidratação deve ser feita principalmente através da água, pois nenhum outro líquido substitui a água no funcionamento adequado do organismo.
Se você precisa de ajuda para emagrecer de forma sustentável, leve e sem traumas, este é o momento de conhecer a metodologia 100% comida. Vamos juntos construir um estilo alimentar que respeite seu corpo, seu gosto e sua rotina.
Referências:
Miller PE Perez V 2014 Appetite
Rogers PJ et al 2016 International Journal of Obesity
Laviada Molina H et al 2020 Current Obesity Reports
Academy of Nutrition and Dietetics 2022 Position Paper
Data: 14/01/2026
O carboidrato: o vilão mais amado do Brasil… e o mais injustiçado também!
Nesta edição falamos sobre o temido carboidrato, aquele que muita gente tenta evitar a todo custo, como se fosse um vilão da dieta, quando na verdade só quer te dar energia para viver o dia.
Cortar carboidratos completamente para emagrecer virou moda, mas será que essa é a melhor estratégia? A ciência recente mostra que nem sempre. Uma meta-análise com 110 ensaios clínicos randomizados concluiu que a redução no peso corporal acontece especialmente nos primeiros meses quando se reduz carboidratos, porém a longo prazo dietas com 30% a 40% de carboidratos apresentam resultados semelhantes às dietas equilibradas. Fonte: PubMed (2024).
Outro estudo atual, publicado em 2023, comparou diferentes padrões alimentares em adultos com sobrepeso ou obesidade e identificou que dietas com forte restrição de carboidratos podem funcionar no início, mas apresentam baixa adesão ao longo do tempo, o que compromete a sustentabilidade dos resultados. Fonte: Fronteiras in Nutrition.
Além disso, restrições severas aumentam o risco de compulsão alimentar. Quando uma pessoa corta drasticamente alimentos que gosta, surge a sensação de privação. Essa sensação favorece episódios de exagero posteriormente, criando o ciclo da dieta restrita, desejo intenso, compulsão e culpa. Isso gera frustração e afasta qualquer progresso sólido.
Por isso eu defendo, a melhor maneira de emagrecer com saúde e manter o peso é por meio de reeducação alimentar personalizada, que respeite hábitos, preferências e necessidades individuais.
É exatamente por isso que criamos a metodologia 100% comida. Nosso método não exclui alimentos que você ama. Pão francês, chocolate e até um hambúrguer podem fazer parte do seu plano alimentar de forma organizada, equilibrada e consciente. O foco está em quantidade, frequência e contexto. Assim você continua comendo o que gosta e ainda alcança seus objetivos.
Se você precisa de ajuda para emagrecer de forma sustentável, leve e sem traumas, este é o momento de conhecer a metodologia 100% comida. Vamos juntos construir um estilo alimentar que respeite seu corpo, seu gosto e sua rotina.
Data: 19/12/2025
Depois de falarmos sobre suplementação, vamos continuar com um assunto que está dando o que falar: a creatina
Na nossa última coluna falamos sobre suplementação, um tema que despertou bastante interesse. Por isso, nesta edição, vamos continuar nesse assunto e falar sobre um suplemento que está em alta: a creatina.
A creatina é uma substância que o nosso corpo já produz naturalmente e que também está presente em alimentos como carne e peixe. Porém, muitas pessoas têm usado a suplementação de creatina para melhorar o desempenho nos treinos e alcançar melhores resultados, principalmente quem pratica atividades físicas com frequência.
Mas afinal, o que a creatina faz?
De acordo com muitos estudos científicos, a creatina pode ajudar em diversos pontos, como: aumento da força muscular melhora o desempenho em exercícios intensos, ajudar no ganho de massa muscular, além de acelerar a recuperação entre os treinos.
Além disso, pesquisas recentes mostram que a creatina pode também trazer benefícios para pessoas mais velhas, ajudando na manutenção da força e dos músculos com o passar do tempo. Em alguns casos, até funções do cérebro podem se beneficiar com o uso, mas isso ainda está sendo estudado.
Quem pode usar?
A creatina pode ser indicada para pessoas que treinam com frequência, especialmente musculação ou esportes intensos e até mesmo para idosos, em casos específicos, para ajudar na força muscular.
E quem não deve usar?
Apesar de ser segura para a maioria das pessoas, a creatina não é indicada para quem tem problemas renais ou que tenham doenças específicas sem orientação médica. Crianças e adolescentes devem ter indicação e acompanhamento profissional para uso.
Por fim, é importante ressaltar que mesmo sendo um suplemento seguro e muito estudado, a creatina não deve ser usada por conta própria. Cada pessoa tem necessidades diferentes, e por isso é fundamental que o uso da creatina seja feito com acompanhamento de um nutricionista, que vai indicar a quantidade certa e a melhor forma de tomar.
Lembre-se: suplemento sozinho não faz milagre. Uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios e o cuidado com a saúde sempre vêm em primeiro lugar.
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E conheça também a nossa clínica: LYB – Clínica de saúde e estética: @lyb_clinica
Data: 17/10/2025
Comecei a treinar, preciso suplementar?
Hoje o nosso assunto de nutrição será sobre suplementação.
Chegou aquela época do ano em que as academias começam a lotar. Novos alunos entram cheios de energia e, junto com a empolgação, surge uma dúvida muito comum: será que preciso tomar suplemento para ter resultado?
A verdade é que nenhum suplemento substitui uma boa alimentação e a constância nos treinos. Essa é a base de qualquer progresso. Sem isso, não existe pó ou cápsula que faça milagre. Porém, os suplementos podem ser aliados quando a alimentação sozinha não consegue suprir as necessidades do dia a dia.
Entre os mais estudados e indicados estão o whey protein e a creatina. O whey protein é um suplemento à base de proteína do soro do leite, essencial para recuperação e construção muscular. Existem diferentes tipos de whey, como o concentrado, o isolado e o hidrolisado, e cada um tem seu objetivo específico de acordo com a necessidade do praticante. Já a creatina é uma substância que melhora força, resistência e desempenho físico, sendo considerada segura e eficaz.
Mesmo sendo suplementos confiáveis, é fundamental lembrar que cada organismo é único. Por isso, ter o acompanhamento de um nutricionista faz toda a diferença. É ele quem vai avaliar a real necessidade, evitar que você compre produtos errados ou desnecessários e garantir que não gaste dinheiro à toa.
No fim, o grande responsável por qualquer objetivo é a dieta: é dela que vem a base dos resultados, seja para emagrecer, ganhar massa muscular ou apenas ter mais saúde.
Para ter um plano personalizado e conquistar seus objetivos de forma saudável, venha conhecer nosso consultório, localizado na Clínica Lyb, na parada 47 de Alvorada.
Data: 11/09/2025
Por Bruna Derzete – Nutricionista Especialista em Emagrecimento e Doenças Crônicas
Com imensa alegria e gratidão, inicio hoje minha participação como colunista no Jornal de Alvorada. Como nutricionista especializada em emagrecimento e no tratamento de doenças crônicas, como diabetes, hipertensão arterial sistêmica (HAS), dislipidemias e tantas outras condições que caminham junto com a obesidade. Me sinto honrada em poder compartilhar informação confiável e acessível sobre saúde e bem-estar com você, leitor.
Sou conhecida pelos meus pacientes como a Nutri da Comida, justamente porque acredito e defendo que é possível alcançar resultados reais através da alimentação equilibrada e estratégica, sem depender de medicações paralelas para emagrecimento. Meu trabalho é baseado em ciência, constância e não em promessas milagrosas.
A proposta dessa coluna é justamente trazer conteúdo claro, baseado em evidência, que possa te orientar no dia a dia. E para dar início à nossa jornada, vamos entrar no nosso primeiro assunto, que gera dúvidas e movimenta muitas buscas principalmente nesta época do ano:
Vamos ao nosso primeiro assunto da coluna…
Agosto chegou. E agora, qual o melhor caminho para emagrecer com saúde?
Grande parte do ano já passou. É neste momento que muitos retomam o foco e começam a buscar estratégias para emagrecer. Afinal, a sensação de “agora vai” reaparece, e com ela, uma avalanche de métodos milagrosos, dietas da moda e promessas rápidas.
Mas afinal, qual é o melhor caminho?
A resposta é simples e respaldada pela ciência: a melhor estratégia de emagrecimento é aquela que você consegue manter a longo prazo, sem prejuízo à saúde física ou emocional.
Não existe fórmula mágica. O emagrecimento saudável acontece com base em três pilares:
1. Alimentação equilibrada, que respeite sua individualidade;
2. Movimento corporal regular, seja academia, caminhada ou dança;
3. Mudança de comportamento, com foco em constância, não em perfeição.
Estudos mostram que dietas muito restritivas, embora tragam perda de peso rápida, têm alto índice de abandono e efeito rebote. Em contrapartida, estratégias personalizadas e sustentáveis promovem resultados duradouros, melhora de exames, mais disposição e qualidade de vida.
Nos próximos textos, trarei orientações práticas, baseadas em evidência, que realmente funcionam. Cuidar da saúde não precisa ser complicado, precisa ser possível.
Conte comigo nessa jornada. Até a próxima!
Data: 19/08/2025